31 de maio de 2010


Aceita uma dose?
Acaba sempre, seja com vinho vinho ou cerveja,
com lágrimas ou palavras.
É somente o abandono que causo.
Amigos de infância, romances,
deixem disto, vamos aos destilados.
Não quero entender o que seria tão simples, você não pode me culpar,
sendo você um mero apaixonado.
Amor platónico, amor verdadeiro, lágrimas geladas
ao som do vento.
Palavras que vem do ego, das coisas que não entenderei.
 Eram promessas, eram palavras,
vê a ligação entre relacionamentos condenados?
Você não compreende o que não consegue ver, nossa amizade, 
nosso voto de confiança,
nada significa nada !
Entre minha visão turva e a realidade de vocês,
distorcendo sentimentos, criando motivos,
não me faça ser cruel!

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