o vento da noite,
com o qual as folhas se agitam freneticamente.
Dada a consideracao que temos com tudo e todos,
me pergunto:
Por que existir?
Por que ser fadado ao miseravem fracasso da existencia,
Porque nos submetemos
sendo ela,
a vida,
nos limita.
O que é o mundo ao meus olhos?
O universo aos olhos do mundo?
Não há um motivo especial,
o que existe é um conseito do significado.
E mesmo isso,
é real?
importa?
não sei,
certamente não á mim.
O que ficou
foi sentido,
falado
quem sabe até ouvido,
mas não fará diferença.
Quando a luz apagar,
o vento parar,
e as folhas se silenciarem,
nada mais fara sentido.
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