16 de setembro de 2010


O que é a vida se não a luz do amanhece,
o vento da noite,
com o qual as folhas se agitam freneticamente.

Dada a consideracao que temos com tudo e todos,
me pergunto:
Por que existir?
Por que ser fadado ao miseravem fracasso da existencia,

Porque nos submetemos
sendo ela,
a vida,
nos limita.

O que é o mundo ao meus olhos?
O universo aos olhos do mundo?
Não há um motivo especial,
o que existe é um conseito do significado.
E mesmo isso,
é real?
importa?
não sei,
certamente não á mim.

O que ficou
foi sentido,
falado
quem sabe até ouvido,
mas não fará diferença.
Quando a luz apagar,
o vento parar,
e as folhas se silenciarem,
nada mais fara sentido.

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