7 de maio de 2012



Ola estranho, não havia notado
Passou por mim frio e sentido, o desconhecido a se importar.
Do outro lado o silêncio de sua magoa, clamando por mim.
Sou a voz do outro lado, tudo a que se permite.
Poderia rogar por tua paz, mas que direito possuo, até mesmo em querer teu bem, tendo causado em ti tanto pesar.
Não faça isso a si mesmo, eu penso em tom de censura, não invoque minha ruína, não sinta falta de alguém tao mesquinho.
Não abro portas.
És o suficiente reprimir tuas emoções inconscientemente.
De todos aqueles, poucos conseguiram dizer, quase nenhum foi adiante.
Já faz algum tempo, estou traçando caminhos serenos, controlando a insensatez,
declamando mentiras sinceras.

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