3 de janeiro de 2011

Ainda não posso me sentir livre sem me defender sozinha.As estranhas ocasiões em que me deparei com a perda de controle,poderia ter agido,mas perderia a razão.
Que as barreiras do respeito não sejam rompidas,pois sou guiada pela sabia justiça,mas em mim a fúria também é cega.Provocações remediadas,que sem explicações completas,perdem o controle em mãos covardes.
E ninguém além de mim mesma,com a força que possuo será capaz de equilibrar a balança,pois se alguma coisa sigo,é a moral repudiando atos desrespeitosos,sem nunca me aproveitar da fraqueza alheia.
Minha mente,assim como meu coração,podem ser mais seguros e mais compreensíveis com atos falhos,que passam de seus ténues limites.Sou justa como sou sensível e não brigarei com pequenos desajustados,que não foram reparados por mãos protetoras.
Uso da sabedoria que me é rica para consertar valores empíricos ou condutas impropria de seres menos evoluídos,que por alguma infelicidade não foram agraciados com o poder do raciocínio ou ponderação.Se aproveitando da ausência de meus guardiões com a intenção de extravasar seu rancor descabido,esse mesmo ser é resguardado por mentes igualmente decadentes,que serão
punidos pelo poder que me foi dado.

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