A concentração não chega,
a voz perturba,
luto contra o impulso de ir embora ,
uma conhecida fúria me domina.
Olá queria raiva contida!
Gerada de forma incoerente,por pensamentos e vontades egoístas.
O que simples palavras ocultam,levo horas desvendando.
Novamente sinto meus passos se perderem,com a distante e fria emoção de ser amada.
Me sinto tentada a promover conflitos até que se acalme esta descontrolada raiva de explodir,
ou então descansar em algum lugar onde não me chamem,
em que a porta ate mim permaneça encostada.
Quero perder todo meu tempo com coisas que não exigiam tanto de mim.
Não consigo entender,não consigo me forçar,
e se tudo esta perdendo o ritmo quem pode me culpar por me desligar de repente.
Na expectativa de estímulos,sinto meus músculos doloridos pela tensão,
com a mesma intensidade com que sinto o medo e a solidão,
tudo repentinamente se manifestando.
O que há de tão ruim em insistir em um erro,
cometer os terríveis excessos regados aos mesmos mecanismos propulsores,
que me faz reestabelecer antigos hábitos.
Sentir a ponto de acreditar
que serei sempre o problema.
Dizendo o que ninguém quer ouvir,
as louváveis verdades que se passam dos limites.
Vamos ignorar a sinceridade,me perdendo na cega boa conduta
mas não esqueça de procurar pela minha razão quando lhe for conveniente.
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