10 de março de 2011

O surdo incomodo
A confusão se tornando muda
La fora contáveis gotas caem
Um passo em falso
Um erro,mais um...
A culpa que volta
Explodir bastaria
Abafo mais um grito com as secas palmas das minhas mãos
As inconformadas lágrimas que não caem
O alivio que não chega
Profiro ofensas que não podem ser ouvidas.

Algo que converta
Apenas uma má escolha
Mais uma!
Devaneio,repleto de simplórios sinais.

Se eu tiver que dizer,
Será pela ultima vez
Não vejo tua face,não confio em teus passos ,
E não me perdoe pelo que fiz
Vá e leve consigo o rancor que minha ausência causou
Eu poderia tentar mas não por você
Não tenho conserto,estou perdida demais para ser salva
Abandone suas esperanças tendenciosas
As lembranças persistem vivas e intocadas.
Ignore minhas atitudes contidas
Pois ainda tenho em mim a cínica e malevolente
Garota que conheceu.

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