25 de julho de 2015





Tudo isso sempre será mais sobre mim, do que qualquer outra coisa.  A realidade que adentra meus olhos, se mescla as minhas emoções. Eu cometi erros terríveis, que tento, todos os dias esquecer, mas que por vezes me afrontam. Se estivesse lá novamente, posicionada naquela fração do tempo, eu o faria pagar. Estenderia meu erro até o ponto de conversão, iria até meu limite, mas polparia minha lagrimas de desespero. Deveria ter perdido o controle no momento critico, mandado a razão para o espaço, e mantido minha dignidade sem fraquejar. Então se eu imaginasse onde estaria cinco anos depois, teria dado a eles algo para pensar, algo que não poderiam simplesmente deixar de lado, mostraria a eles algo que não poderia simplesmente ignora, daria o desprazer de ser próximo a mim, e trair-me. Desde então tenho sido covarde nesse ponto, me responsabilizando por algo que só em parte é minha culpa, e é justamente a parte que ninguém sabe. O momento chegará, e não pretendo parar o empate para reflexões.

Nenhum comentário: