Dentre
todas percepções e reflexões, não cogitei que por fim, se
resultariam em desculpas.
Você
é tão culpado.
Quisera
eu exaurir todos os sentimentos que nutro, até que nada sobre.
Que
em um embate contigo possa sentir algo além de derrota.
Pela
primeira vez quis que fossemos de acordo com o que deveríamos.
O
que se fez necessário estabelecer uma conexão que não me
permitisse reagir a você de modo incongruente.
O
modo como faz com que eu me sinta não permite que tal magnitude se
estabeleça sem que com ela eu esmoreça. O que me incumbe não pode
ser expresso ou ter vasão, nem ao menos deveria existir, porém
é
resultado do modo como aprendemos a interagir, com intensidade, com
gana.
Seja
qual for o sentimento que cultivamos entre nós, é alimentado por
injúria latente.
Em
tamanha sofreguidão, a empáfia se mescla a sentimentos de devoção
e resiste em nós
com
aflição, permanecendo durante anos.
Quando
espelhou seu comportamento ao meu, senti-me severamente punida. Dês
de então
minhas
atitudes consistem apenas em um subterfúgio para reverter o que
houve.
Sabendo
que poderia facilmente transpor nossas diferenças, o fato de
não
o fazer me leva a analisar suas motivações, sem ao fim concluir que
basta.
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