Onde estaria sua confiança, se não entregue a seus próprios erros.
Um demónio com assas, que não levantavam vôo,

derrotado pela vida, que insiste em ludibriá-lo.
Patético por natureza, suas fraquezas o enlouquecem,
ninguém o enxerga.
Em seu âmago a rejeição e o abandono,
sua arrogância criada por próximos,
então há o egoísmo, a insegurança a intemperança e a hipocrisia,
que em sua ingenuidade fora sido transformada em maldade,
punindo a todos com seus falsos sorrisos.
De seus lábios, falácias, cimentada por seus dogmas.
Suas opiniões recheadas de falsidade e crueldade,
mentiras que são fruto de sua inveja.
Sua vida em meio a sombras, e sua repulsa por si mesmo
o faz parecer doce.
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