Preferia a lacuna
Ao invés de presenciar
Sua reação irrefletida
ao meu relato inacabado
Expondo deliberadamente sua oposição
Não previa ser aprazível nem rude.
Todavia exauri ser testa,verificada,analisada,julgada e condenada!
Se não foi o queria ouvir,lamento
Ainda sim não é meu encargo satisfazer nada além de mim.

Porquê nunca basta,é uma mão,um conselho,auxilio...
Sempre algo posto a prova.
Impassível as conclusões preconcebidas
Não sou ideal,meio condescendente,quíça ambingua
Faz parte de uma dualidade contraditoria,simulada.
Nas circunstancias em que equívocos são concebidos
Me fazem novamente ser posta a prova
Infortúnio teu a desconfiança
E dai se pensei,achei ou senti momentaneamente
Não presuma quem sou por absoluto
Deixei de ser o que sou hoje a imprecisos trinta e cinco minutos e vinte e um segundos
Pare de aborrecer-me com previsões furadas
Não teime em desvendar-me,cansa!
Recuso definições sobre mim,
Em suma não quero opiniões,
Aliais não dependo delas.
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