Ontem a noite encontrei alguém que me disse que estou me importando de mais. Um comentário gasto esse. Penso me dar conta do lugar para onde estou retornando. Quase os mesmos erros, embora cometê-los novamente seja desnecessário.
Pretensão deixar de me pôr a prova, disparate tentar explicar as condições a que não estou disposta a aceitar, cada qual com suas razões, não? Poise fez sentido na hora, antes do vigésimo copo, do décimo cigarro, mas ou menos na hora em que o disse sobre aqueles amigos perdidos.
Me diga amigo, como poderia eu vencer lutando sozinha, se os vilões estão disfarçados por entre a gente, sem grandes propósitos, desencadeando o cinismo como bom senso. E nem sempre os bons estão do lado certo. Idôneos são aqueles que assim como você, como eu, estão do lado errado, protegendo os sórdidos, apreciando o que justificam ser ingenuidade e fragilidade, mas que na verdade nunca deixou de ser maldade. Nos conformamos com a manipulação e chantagem emocional alheia, não há inocentes.
Estou absorta, me preocupando excessivamente com o quem ainda me importo, tolo não é mesmo?Compenetrada com o porquê proteger meus inimigos, ferindo-me para que não reste apenas a mim, minha realidade de repente parece muito sã comparada as desculpas para a alienação generalizada. Pelo menos ainda me resta a ciência da ilusão a que tento reparar. Os heróis, estão por toda parte, fazendo o que é preciso, travando batalhas perdidas, enfrentando os próprios defeitos.
Falei sobre mim para alguém que me conhecia a muito, sem me conhecer de fato. Pois ando do outro lado de onde a grama é mais verde, um tanto distante na verdade, mas não importa, não a nada que eu queria daquele lado. Não faria diferença, atravessei os preceitos para me martirizar com a verdade sem anestésicos. Caminhando para o lado oposto, percebe? Estamos nos desfazendo da honestidade, ridicularizando o amor, desviando a atenção para as coisas fúteis, competindo com nossos amigos, guerreando a favor do nosso orgulho. E estou me importando de mais!
Nem tudo tem um bom motivo,não estou tentando dizer novamente que apenas estou procurando algo que me faça sentir bem,é tão pouco pra mim,tão absurdo para os demais,não existe amizade onde a procuro.Irônico,aqueles sorrisos pretensiosos,recheados de segundas intenções,e eu me sentindo confortável com a tristeza.É eu não consigo aprender,se fosse tão fácil teria que deixar de confiar em todos pela milésima vez.Minhas palavras se tornaram cruéis comparado ao que fizeram de mal,afinal o pesar é meu.Pela segunda vez sinto-me mal,dessa vez é por dar lhes noção do desproposito com meus sentimentos...É a sinceridade tornou-se uma arma a ferir egoístas.
A conclusão é de que estou viciada em café e em dizer para os outros o que querem ouvir, tentando ganhar tempo até encontrar algo que de sentido a tudo isso.
Pretensão deixar de me pôr a prova, disparate tentar explicar as condições a que não estou disposta a aceitar, cada qual com suas razões, não? Poise fez sentido na hora, antes do vigésimo copo, do décimo cigarro, mas ou menos na hora em que o disse sobre aqueles amigos perdidos.
Me diga amigo, como poderia eu vencer lutando sozinha, se os vilões estão disfarçados por entre a gente, sem grandes propósitos, desencadeando o cinismo como bom senso. E nem sempre os bons estão do lado certo. Idôneos são aqueles que assim como você, como eu, estão do lado errado, protegendo os sórdidos, apreciando o que justificam ser ingenuidade e fragilidade, mas que na verdade nunca deixou de ser maldade. Nos conformamos com a manipulação e chantagem emocional alheia, não há inocentes.
Estou absorta, me preocupando excessivamente com o quem ainda me importo, tolo não é mesmo?Compenetrada com o porquê proteger meus inimigos, ferindo-me para que não reste apenas a mim, minha realidade de repente parece muito sã comparada as desculpas para a alienação generalizada. Pelo menos ainda me resta a ciência da ilusão a que tento reparar. Os heróis, estão por toda parte, fazendo o que é preciso, travando batalhas perdidas, enfrentando os próprios defeitos.
Falei sobre mim para alguém que me conhecia a muito, sem me conhecer de fato. Pois ando do outro lado de onde a grama é mais verde, um tanto distante na verdade, mas não importa, não a nada que eu queria daquele lado. Não faria diferença, atravessei os preceitos para me martirizar com a verdade sem anestésicos. Caminhando para o lado oposto, percebe? Estamos nos desfazendo da honestidade, ridicularizando o amor, desviando a atenção para as coisas fúteis, competindo com nossos amigos, guerreando a favor do nosso orgulho. E estou me importando de mais!
Nem tudo tem um bom motivo,não estou tentando dizer novamente que apenas estou procurando algo que me faça sentir bem,é tão pouco pra mim,tão absurdo para os demais,não existe amizade onde a procuro.Irônico,aqueles sorrisos pretensiosos,recheados de segundas intenções,e eu me sentindo confortável com a tristeza.É eu não consigo aprender,se fosse tão fácil teria que deixar de confiar em todos pela milésima vez.Minhas palavras se tornaram cruéis comparado ao que fizeram de mal,afinal o pesar é meu.Pela segunda vez sinto-me mal,dessa vez é por dar lhes noção do desproposito com meus sentimentos...É a sinceridade tornou-se uma arma a ferir egoístas.
A conclusão é de que estou viciada em café e em dizer para os outros o que querem ouvir, tentando ganhar tempo até encontrar algo que de sentido a tudo isso.

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