Não há como contar os embates travados, como contabilizar as perdas, de algum modo, todos perdemos. Os danos irreparáveis, nada que possa ser simplesmente esquecido, e sim algo se leva tempo, que me reflete o medo.
Não pude salva-los, apenas contamina-los com minha doença. Destilando ódio em busca de amor, o ciume em busca de conforto. O pior de mim em pequenas doses, não queira saber o que foi feito de mim.

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