Quando eu os soltei, já era tarde, ninguém para me observar sentir.
Nada que me impeça de ser quem sou, de estar aqui. E será que
existe
alguém capaz de me roubar, não consigo acreditar. Eu fui tão
fundo,
ainda não descobri por completo, a parte moralista. Já fui eu mesma
por
tempo suficiente, mas não consigo simplesmente esquecer de abrir a
boca.
Eles nunca saberão a sorte que têm, por serem diferentes.
Parte de mim estará sempre pronta para embates,
embora a atual esteja se remoendo, com tanta porcaria.
A parte ruim da maturidade, o filtro, o auto impedimento, ver queimar tem sido uma desculpa fraca.
Parte de mim estará sempre pronta para embates,
embora a atual esteja se remoendo, com tanta porcaria.
A parte ruim da maturidade, o filtro, o auto impedimento, ver queimar tem sido uma desculpa fraca.
É tão chato saber, afinal, como tudo isso funciona. Meu lado
travesso não mede o que diz,
não pesa consequências, não faz as pazes, por que simplesmente não há desculpas.
não pesa consequências, não faz as pazes, por que simplesmente não há desculpas.
Me dê um graveto, vamos me dê um graveto! Do que é que todos se
escondem afinal?
Que eu acabei me perdendo nessa brincadeira. Quero vê-los arder,
quero riscar o fósforo.
Preciso de motivos que me bastem para ser má, para ser aquilo tudo
que esquecem que sou.
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